
Carlos Villagrán Eslava (Cidade do México, 12 de janeiro de 1944) é um famoso ator humorístico mexicano.
História
O intérprete de Quico, garoto mimado e filho de Dona Florinda, nasceu em 12 de janeiro de 1944. O curioso é que ele no início não era nada rico.
No vilarejo onde vivia, a sua família era a mais pobre de todas: Carlos Villagrán na sua infância nunca havia dormido em um colchão.
Ele é conhecido como Pirolo, pois antes de atuar em Chaves, tinha um personagem com esse nome. Ainda antes de viver o Pirolo, Villagrán foi fotógrafo profissional de vários jornais conceituados do México. Seu sonho era ser comediante ou jogador de futebol. A convite de Rubén Aguirre, Carlos Villagrán deixou a fotografia aos 23 anos e começou a viver Quico, personagem que já interpretava no teatro.
No ano de 1979, Carlos Villagrán deixou o elenco de Chaves e foi trabalhar na Venezuela. Lá fez o programa Federrico, que não fez muito sucesso. No México, fez Ah que Kiko e, no Chile, O circo de monsieur Cachetón e Kiko botones.
Carlos Villagran disse que ele deixou o elenco de Chaves e Chapolin porque seu personagem Quico estava ganhando muita popularidade e ele estava sendo convidado para gravar discos e comerciais. Por isso quiseram diminuir a participação dele nos seriados e ele não aceitou. Entretanto, numa entrevista, Chespirito disse que Carlos Villagran o falou que queria tentar carreira solo e Bolaños disse que tudo bem, mas se ele quisesse voltar ao Chaves, todos o receberiam de braços abertos. Carlos Villagrán já teve um caso com Florinda Meza antes de esta se casar com Chespirito. Ficou 20 anos sem se falar e ver Roberto Bolaños, até que encontrou-se com este num especial da Televisa em homenagem ao comediante realizado no dia 1° de Abril de 2000, onde aparentemente fizeram as pazes.
Atualmente, Carlos vive na Argentina e está em atividade com seu circo “El circo de Kiko”, que inclusive já veio ao Brasil. Ele vive com sua esposa e com seus seis filhos.
Programas próprios
Carlos trabalhou na Venezuela em vários programas: Ninõ de Papel (1981), "Kiko Botones" (1981). "Federrico" (1982), "Las nuevas aventuras de Frederico" (1983) e "El circo de monsieur Cachetón". Estas séries não tiveram o mesmo êxito que os programas de Bolaños.
A empresa mexicana Tele-Rey ofereceu para Carlos a série "¡Ah, qué Kiko!". Chespirito não pôde evitar o uso do nome do personagem na nova série devido a mudança de grafia. Por outro lado, não durou muito tempo devido à inesperada morte de seu companheiro de trabalho Ramón Valdez, que também havia sido seu companheiro nas séries de Bolaños.
El Circo del Kiko
A seguir, Carlos fundou um circo (como muitos de seus outros companheros de série): "El circo de Kiko", que levou a vários países da América Latina. Villagrán esteve no Brasil, com seu circo, em 1995. Naquela o
casião, o ator participou de dois importates programas de entrevista: "Programa Livre" e "Jô Soares Onze e Meia".
Finalmente, se estabeleceu na Argentina, onde Chespirito não detém direitos sobre "Quico" e pôde seguir interpretando liv
remente o personagem.


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